Se correr o bicho pega, se ficar... ele NÃO TE COME!
Postado por Drêycka | 11:40 | Drêycka | 6 revelações »
Uma historia onde o verdadeiro amor vence o tempo.
O livro "A mulher do viajante do tempo" um best seller
escrito por Audrey Niffenegger, foi adaptado recentemente
para filme que em português ganhou o nome:
TE AMAREI PARA SEMPRE.
Este é o primeiro romance de Audrey Niffenegger,
artista plástica, escritora e professora de arte em uma
Universidade de Chicago.
- O personagem principal, Henry De Tamble, tem uma disfunção genética que o faz viajar involuntariamente no tempo para momentos significativos de sua vida, no passado e no futuro.
- Já Clare Abshire, quando conhece Henry, ela tem 6 anos e ele, 36. Ela o encontra em uma clareira da Campina, que é parte da propriedade da família de Clare .Ao longo da infância e adolescência de Clare ela recebe muitas visitas de Henry, que se torna seu melhor amigo, e acaba se apaixonando por ele.

Espero por Henry, sem saber onde ele está,
imaginando se ele está bem.
É difícil ser aquela que fica. (…)"
Clare.
Palavras da autora do livro:quão inefável ele é, e como ele nos molda.
Eu queria escrever sobre a espera, mas como a espera é
essencialmente negativa (tempo gasto na ausência de algo),
escrevi sobre todas as coisas que acontecem ao redor da espera.”
Audrey Niffenegger.
E pelo visto conseguiu, pra quem é fã de carteirinha de uma boa historia de amor, não pode perder esta.
Segue a baixo o trailer oficial do filme, legendado.
Não vejo a hora de assisti-lo.
Assistam, e depois digam o que acharam.
Beijos e bom filme!

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie,
por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…
O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga.
E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar à pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes ou sapatos apertados essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos
eu vou estar com o cabelo bagunçado…
mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher ou o homem que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aqueles que decidem não subir
Pode ser que me sinta tentada ou tentado a ser uma mulher ou um homem impecável, arrumados por dentro e por fora,
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:
Arrume o cabelo, coloque, tire, compre, corra, emagreça,
coma coisas saudáveis, caminhe direito, fique seria ou sério..
e talvez deveria seguir as instruções, mas
quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficarmos bonitos nós temos que nos sentir bonitos..
¡A pessoa mais bonita que posso ser!
O único que realmente importa é que ao me olhar no espelho,
veja a mulher ou o homem que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todos:
Entreguem-se, Comam coisas gostosas, Beijem, Abracem,
dancem, apaixonem-se, relaxem, Viajem, pulem,
durmam tarde, acordem cedo, Corram,
Voem, Cantem, arrumem-se para ficarem lindos, arrumem-se para ficarem confortáveis,
Admirem a paisagem, aproveitem,
e acima de tudo, deixem a vida lhes despentear!!!!
O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...
“Já não consigo mais permanecer em silêncio. Tenho de lhe falar pelos meios ao meu alcance. Anne, você trespassa-me a alma. Sinto-me entre a agonia e a esperança. Não me diga que é muito tarde, que sentimentos tão preciosos morreram para sempre. Declaro-me novamente a você com um coração que é ainda mais seu do que quando você o despedaçou há oito anos atrás. Não diga que o homem esquece mais depressa que a mulher, que o amor dele morre mais cedo!
Eu não amei ninguém se não a você. Posso ter sido injusto, posso ter sido fraco e rancoroso, mas nunca inconstante. Vim para esta cidade unicamente por sua causa. Os meus pensamentos e planos são todos para você. Não reparou nisso? Não se apercebeu dos meus desejos? Se eu tivesse conseguido ler os seus sentimentos, como creio que você deve ter decifrado os meus, não teria esperado tanto tempo.
Mal consigo escrever. A todo momento ouço algo que me emociona. Você abaixa a voz, mas eu consigo ouvir os tons dessa tua voz mesmo quando os outros não conseguem. Criatura muito boa e pura! Porém, faça-nos, de fato, justiça, ao acreditar que os homens são capazes sim, de um verdadeiro afeto e uma verdadeira constância. E creia que esta, é fervorosa e firme em F.W.”
Tenho que ir, inseguro quanto ao meu futuro.
F.W.
.
.
Esta é a terceira (1/3; 2/3; 3/3) e última parte de três trechos adaptados , do livro da Jane Austen, "Persuasão".
“Você tem uma boa alma...”, exclamou o capitão Harville colocando-lhe a mão afetuosamente no braço. “Não é possível discutir com você.” Virou-se, e disse: “Agora, Frederick, creio que nos vamos embora”, disse ele para o capitão Frederick Wentworth que estava na escrivaninha ao lado dos dois, assinando alguns documentos e em determinados momentos mostrando-se sutilmente atraído pela conversa entre o amigo, capitão Harville, e a doce Anne Elliot.
O capitão Harville despediu-se com um “Bom dia, bem haja!”, mas Wentworth não disse nada, nem sequer olhou para Anne. Saiu da sala sem a olhar! Ela só teve tempo, contudo, de se aproximar da escrivaninha onde ele estivera a escrever, quando se ouviram passos; a porta abriu-se; era o Frederick. Ele pediu desculpas, mas tinha-se esquecido das luvas, e atravessou imediatamente a sala até à escrivaninha e, colocando-se de costas para as outras pessoas da sala, tirou uma carta debaixo dos papéis espalhados pela mesa, e colocou-a em frente à Anne, fitando-a por um momento com um olhar brilhante de súplica. Pegou rapidamente as luvas e voltou a sair da sala, tudo muito rapidamente.
Esta é a segunda parte de três (1/3; 2/3), do trecho adaptado do livro da Jane Austen, "Persuasão".

Até Domingo, postarei trechos adaptados do livro "Persuasão" da Jane Austen. Livro publicado em 1818, e que terminei de ler semana passada. Fiquei em estado de êxtase com a beleza da história. E resolvi compartilhá-la com vocês em três momentos. Espero que gostem!
Drêycka.
- “Não”, respondeu Anne, em uma voz baixa e sentida. “Isso eu acredito. Não era de sua natureza. Ela adorava-o. Isso não estaria na natureza de qualquer mulher que amasse verdadeiramente.”
- “Diz isso do seu sexo?” Perguntou sorrindo o capitão Harville.
- “Digo. Nós certamente não vos esquecemos tão depressa como vocês nos esquecem. Isso é talvez o nosso destino, e não o nosso mérito. Não conseguimos evita-lo.” Constatou Anne.
- “Não, não, não é a natureza do homem. Eu não vou concordar que esteja mais na natureza do homem do que na da mulher ser inconstante e esquecer os que amam ou amaram. Acredito no contrário. Eu acredito em uma verdadeira analogia entre a nossa estrutura física e mental; e, como o nosso corpo é mais forte, os nossos sentimentos também o são, capazes de suportar as mais rudes privações e de sobreviver as mais terríveis tempestades.” Retrucou o capitão Harville, funcionário da marinha, mas também marido afetuoso.
- “Os seus sentimentos podem ser mais fortes”, respondeu Anne, “mas o meu espírito de analogia permite-me assegurar que os nossos são mais delicados. O homem é mais robusto que a mulher, mas não vive mais tempo; o que explica exatamente o meu ponto de vista em relação aos afetos. Mas seria muito duro para vocês homens, se fosse de outra maneira. Vocês tendem a lutar contra dificuldades, privações e perigos suficientes. Estão sempre trabalhando e labutando, expostos a todos os riscos e privações. Abandonam tudo: lar, país e amigos. Não podem chamar de seus ao tempo, à saúde ou à vida. Seria realmente muito duro se a tudo isso fossem adicionados sentimentos femininos”.
- “Nós nunca havemos de chegar a um acordo nesse ponto. Como poderíamos provar tal coisa?”. Tentou concluir capitão Harville.
- “Nunca o faremos. Jamais poderemos provar alguma coisa sobre esse ponto. É uma diferença de opinião que não admite prova. Ambos começamos provavelmente com uma ligeira parcialidade a favor do nosso sexo e, com base nessa parcialidade, construímos todas as circunstâncias a seu favor; muitas dessas circunstâncias, talvez os casos que mais nos impressionam, podem ser exatamente os que não conseguem ser apresentados sem trairmos uma confidência ou, nalgum aspecto, dizermos o que não deveria ser dito.” Confessou Anne.






